• clinicahopesp

Mulheres solteiras congelam seus óvulos por falta de parceiro apropriado


A maioria das mulheres solteiras que congelam seus óvulos, por razões não médicas ou “razões sociais”, estão fazendo isso para evitar entrar em relações imprudentes para ter um bebê, é o que revela um estudo publicado pela Human Fertility.


A pesquisa também apontou que as clínicas de reprodução humana precisam ser mais claras sobre a probabilidade de se alcançar uma gravidez bem sucedida com esses óvulos no futuro.


Para realizar a pesquisa, as autoras do estudo, entrevistaram 31 mulheres que congelaram seus óvulos por “razões sociais”. As participantes, 84% delas solteiras, foram questionadas por que decidiram congelar seus óvulos, o que elas acharam da experiência e quais foram as informações recebidas sobre a probabilidade de engravidar, no futuro, com o emprego dos óvulos congelados.


“Para a maioria das participantes, a falta de um parceiro, a possibilidade de obrigatoriamente ‘ter que ter um parceiro’ (comprometendo a escolha) ou ter um parceiro que não quisesse se comprometer com a paternidade foram os motivos mais comuns para o congelamento dos óvulos. Algumas descreveram o congelamento de óvulos como algo que poderia lhes proporcionar mais calma, excluindo a pressão da busca pelo parceiro adequado”, afirma a médica ginecologista e obstetra, Amanda Volpato, da Clínica Hope.


Impacto psicológico

Muitas participantes do estudo afirmaram que desejavam nunca precisar usar seus óvulos congelados e expressaram o desejo de conceber naturalmente com um futuro parceiro. Outras relataram que acharam o processo emocionalmente difícil, uma vez que internamente não desejavam congelar seus óvulos, em vez disso, elas prefeririam estar buscando a maternidade com um parceiro comprometido.


O dado mais preocupante, apontado pelo estudo, foi a falta de informação adequada para as mulheres que consideravam realizar o congelamento de seus óvulos. Quase todas disseram que as clínicas procuradas não foram capazes de fornecer uma estimativa da probabilidade de um futuro nascimento vivo com seus óvulos congelados. Não foi registrada uma discussão detalhada com os especialistas em reprodução humana sobre os processos e resultados pós-congelamento, e as mulheres, cuja idade média no momento do congelamento era de 37 anos, não receberam informações específicas sobre os problemas relacionados à própria idade.


Com o crescente número de mulheres considerando o congelamento de óvulos, os autores do estudo consideram que muito mais pode ser feito para apoiar as mulheres que passam por este processo.


“Embora o número de mulheres que congelam seus óvulos, hoje, seja pequeno, muitas outras estão considerando esta opção como uma forma de estender a janela de tempo que têm para buscar a maternidade. As clínicas que fornecem essa tecnologia têm a responsabilidade de apoiar decisões fundamentadas. É preciso fornecer às mulheres que buscam o congelamento de óvulos informações detalhadas sobre a probabilidade de alcançar um nascimento vivo, especificamente, levando em conta a sua idade, no momento do congelamento”, explica Amanda Volpato.


Além disso, as mulheres devem ser informadas sobre os custos e riscos do procedimento, bem como as exigências físicas e emocionais do congelamento de óvulos e de um tratamento futuro de fertilização in vitro.


#congelamentodeóvulos #fertilizacaoinvitro #preservaçãodfertilidade

DICIONÁRIO DA FERTILIDADE

Verbetes, causas e tratamentos sobre o universo da fertilidade. Nosso dicionário tem tudo o que você deseja saber.

FALE CONOSCO

Dúvidas, agendamento de consultas ou sugestões?

Fale com a Hope!

E-mail: contato@clinicahope.com.br

Telefones: +55 (11) 3887-3626  // +55 (11) 3884-7949

        Whatsapp: +55 (11) 94821-6406

REDES SOCIAIS

ICON-FACE.png
ICON-INSTA.png
ICON-TWITER.png
ICON-YT.png

NOSSOS PARCEIROS

labforlife.jpg
lgenomix.jpg
ivi.png
logo_fertility.png

As informações contidas em nosso website têm caráter informativo e educacional. O conteúdo jamais deverá ser utilizado para autodiagnóstico, autotratamento e automedicação. Em caso de dúvida, o médico deverá ser consultado, pois, somente ele está habilitado a praticar o ato médico (diagnóstico, tratamento, encaminhamento de um paciente e prevenção de agravos ao mesmo), conforme orientação do Conselho Federal de Medicina.

Diretor Clínico: Dra. Amanda Volpato Alvarez - CRM 122.447 - GINECOLOGIA E OBSTETRICIA - RQE nº 25680 - REPRODUÇÃO ASSISTIDA - RQE nº 25680-1

© 2020 | Projeta Comunicação