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Se você já tem um filho, certamente você pode ter outro? Não necessariamente!


Muitas pessoas nunca ouviram o termo “infertilidade secundária”. Você pode não ter ouvido falar deste tema antes, mas provavelmente vai ouvir em breve. Segundo estimativas de um estudo canadense, cerca de um em cada seis casais que já têm um filho não engravidam depois de um ano de relações sexuais desprotegidas.


“Há uma suposição de que a infertilidade não é tão intensa quando você já tem um filho, mas isso não é verdade. Os sentimentos de angústia e desejo por um filho não são diferentes. O diagnóstico de infertilidade secundária geralmente é um choque e pode ser emocionalmente devastador. A maioria dos casais não espera ter problemas para dar continuidade à família, e a frustração, o estresse e a tristeza de tentar – e não conseguir – conceber podem custar caro à família inteira”, afirma a ginecologista e obstetra, Melissa Cavagnoli, da Clínica Hope.


Causas da infertilidade secundária

As causas da infertilidade secundária são muitas vezes as mesmas que para a infertilidade primária, incluindo:

· Problemas de ovulação, incluindo Síndrome do Ovário Policístico (SOP);

· Endometriose;

· Aderências pélvicas;

· Miomas uterinos ou pólipos;

· Baixa reserva ovariana;

· Baixa contagem de espermatozoides;

· Problemas ejaculatórios.


“Essas condições médicas subjacentes podem se desenvolver por várias razões. Uma cesariana anterior, infecções, ganho de peso e até mesmo a idade podem afetar adversamente a saúde reprodutiva de uma mulher. Os homens também podem apresentar dificuldades como resultado de estresse, idade ou outros problemas semelhantes”, explica Melissa Cavagnoli.


Tratamento

Mulheres com mais de 35 anos que tentam ter um segundo (ou terceiro ou quarto) filho devem considerar consultar um especialista em infertilidade após seis meses de tentativas, em vez do recomendado de um ano para as mulheres mais jovens.

“O tratamento da infertilidade secundária, assim como da infertilidade primária, dependerá em grande parte de quaisquer condições médicas subjacentes. E como a infertilidade não é simplesmente um problema da mulher, avaliar o casal garante que os tratamentos mais eficazes possam ser recomendados”, afirma a médica.


A boa notícia é que as mulheres que já tiveram um filho são estatisticamente mais propensas que as mulheres sem filhos a ter sucesso com tratamentos de fertilidade e a engravidarem novamente.


Sofrimento psíquico

A infertilidade é, em todas as suas formas, uma angústia oculta e muito particular. E o desejo de ter um filho pode, se for frustrado, ser avassalador.

Pessoas que sofreram infertilidade primária, muitas vezes, dizem que a única maneira de sobreviver à sua condição é evitar tudo e qualquer coisa relacionada a bebês. Mas para quem sofre de infertilidade secundária, isso não é uma opção.


O estresse da infertilidade secundária na vida e nos relacionamentos de um indivíduo pode ser significativo. Pode ser difícil encontrar apoio da família e dos amigos, especialmente quando uma mulher ou casal já tem filhos. Sentimentos como “você deve ser grato pelo que você tem”, ou “apenas continue tentando”, quase nunca servem como conselhos ou apoio úteis.


“É muito importante que os pacientes com infertilidade secundária saibam que eles não estão passando por esse momento difícil sozinhos e que o especialista em infertilidade pode ajudá-los a enfrentar esse problema”, afirma a diretora da Clínica Hope.

#infertilidadesecundária

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Diretor Clínico: Dra. Amanda Volpato Alvarez - CRM 122.447 - GINECOLOGIA E OBSTETRICIA - RQE nº 25680 - REPRODUÇÃO ASSISTIDA - RQE nº 25680-1

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