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Três em cada quatro mulheres que iniciam o tratamento de fertilidade terão um bebê dentro de cinco a


Três em cada quatro mulheres que iniciam um tratamento de fertilidade terão um bebê dentro de cinco anos, seja como resultado do tratamento ou após  concepção natural. Os números emergiram de um grande estudo de coorte, analisando os registros de nascimento de quase 20.000 mulheres em tratamento de fertilidade na Dinamarca, entre 2007 e 2010. A maioria dessas mulheres (57%) teve seu bebê como resultado do tratamento, mas uma proporção significativa (14%) concebeu espontaneamente sem tratamento. Mais da metade (57%) deu à luz dentro de dois anos.


A Dinamarca é um dos poucos países no mundo em que esse estudo pode ser realizado, pois conta com registros completos que reúnem dados de todos os tratamentos de fertilidade (incluindo inseminação intrauterina) e todos os nascidos vivos, portanto, fornece resultados suficientemente robustos para o prognóstico da vida real. “Segundo os autores, com esses dados em mãos, é possível oferecer aos casais um prognóstico a longo prazo confiável, compreensível e estratificado por idade no início do tratamento”, explica a especialista em Reprodução Humana, Melissa Cavagnoli.


Um total de 19.884 mulheres foram rastreadas nessa análise, com acompanhamento de nascidos vivos aos dois, três e cinco anos. Os resultados mostraram que, após dois anos de tratamento, 57% das mulheres tiveram um bebê, 46% delas conceberam por fertilização in vitro, quando a FIV foi o primeiro tratamento de fertilidade. No entanto, 34% concebeu após inseminação intrauterina (IIU), quando a IIU foi o primeiro tratamento de fertilidade.


Embora as taxas totais de nascimentos tenham aumentado cumulativamente, durante o período de cinco anos do estudo – de 65%, após três anos, para 71%, após cinco anos – essas taxas não aumentaram após a IIU, quando o tratamento foi prolongado além de dois anos (quando a maioria das pacientes havia mudado para a fertilização in vitro). Além disso, 16,6% das mulheres que iniciaram o tratamento com IIU tiveram um bebê após cinco anos por meio da concepção espontânea.


O que auxilia a concepção

Análises posteriores mostraram – como esperado – que a idade era o maior determinante do sucesso na gravidez. Aos cinco anos, as taxas totais de nascimentos foram de 80% para mulheres com menos de 35 anos, 60,5% para aquelas com idades entre 35 e 40 anos e 26% para aquelas com 40 anos ou mais.


“Pacientes com infertilidade têm duas perguntas principais: quais são as chances de ter um bebê? E quando isso acontecerá?  Esses resultados ajudam os especialistas em reprodução humana a fornecerem informações realistas com base na idade e nas chances de concepção natural”, afirma Melissa Cavagnoli, diretora da Clínica Hope.

Segundo os autores, no geral, as chances de um nascimento são boas, mas o tratamento bem-sucedido leva tempo. Os casais geralmente precisam de vários ciclos de tratamento. E mesmo que a maior chance de concepção seja após o tratamento, ainda há uma chance razoável de concepção espontânea.

“Concepções espontâneas após ou entre tratamentos são comuns em todas as causas de infertilidade e em todas as idades, mas são mais comuns em mulheres com menos de 35 anos que iniciaram o tratamento com a IIU. Após cinco anos do primeiro tratamento, 18% dessas mulheres deram à luz, após a concepção espontânea, em contraste com apenas 8% das mulheres acima de 35 anos que iniciaram o tratamento com fertilização in vitro”, diz Melissa Cavagnoli.


A IIU geralmente é oferecida a casais que têm infertilidade relacionada à anovulação, esterilidade sem causa aparente ou infertilidade relacionada a fatores masculinos leves, que também têm um prognóstico relativamente bom. A IIU é uma alternativa mais amigável ao paciente e mais barata em relação à fertilização in vitro. No entanto, não é tão eficiente quanto a FIV; apenas 34% dos casais que começam o tratamento com a IIU realmente concebem por esse meio e 38% mudam para outros tratamentos, como a fertilização in vitro.


Os resultados do estudo são robustos e realistas, com base em todos os ciclos de tratamento e nascimentos e com probabilidade de oferecer um prognóstico a longo prazo para cada casal que inicia o tratamento de fertilidade. “Neste ponto, os casais de todo o mundo são iguais: não têm ideia de quantos ciclos de tratamento precisarão ou terão que fazer; portanto, um prognóstico baseado em pontos fixos no tempo reflete melhor a perspectiva de concepção e parto do que as taxas de natalidade após diferentes números de tentativas”, defende a médica.


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Diretor Clínico: Dra. Amanda Volpato Alvarez - CRM 122.447 - GINECOLOGIA E OBSTETRICIA - RQE nº 25680 - REPRODUÇÃO ASSISTIDA - RQE nº 25680-1

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