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CLÍNICA HOPE

TRATAMENTO

O tratamento da infertilidade depende de:

  • Causa;

  • Tempo de tentativas, sem uso de método contraceptivo;

  • Idade.

QUANDO PROCURAR UM ESPECIALISTA EM REPRODUÇÃO HUMANA?


Você deve consultar um especialista em reprodução humana, se após um ano de tentativas, sem uso de método contraceptivo e com relações sexuais regulares, a gravidez não ocorreu. Mas, esta consulta pode acontecer mais cedo, se você é mulher e: • Tem entre 35-40 anos e está tentando conceber por seis meses ou mais; • Tem mais de 40 anos; • Menstrua irregularmente ou não menstrua; • Seus períodos são muito dolorosos; • Sabe que tem problemas de fertilidade; • Foi diagnosticada com endometriose ou doença inflamatória pélvica; • Já sofreu vários abortos; • Foi submetida a tratamento para câncer. Já o seu parceiro deve buscar ajuda especializada, se: • Tem uma baixa contagem de espermatozoides ou outros problemas com a produção de espermatozoides; • Tem uma história de problemas testiculares, próstata ou sexuais; • Foi submetido a tratamento para câncer; • Tem dor na região dos testículos, possível sintoma de varicocele; • Tem outros casos de infertilidade na família.




TECNOLOGIA DE REPRODUÇÃO ASSISTIDA (TRA)


As tecnologias de reprodução assistida (TRA) compreendem os tratamentos que visam a obtenção da gravidez ou a preservação da fertilidade. Podem ser de baixa complexidade, como o coito programado e a inseminação intrauterina; ou de alta complexidade, como a fertilização in vitro (FIV). Coito programado: consiste no acompanhamento do período ovulatório através de ultrassonografias transvaginais seriadas. O médico indica o período de maior probabilidade de gravidez (período fértil). Pode ser feito com o uso de indutores da ovulação ou até mesmo com ciclos naturais. Geralmente é indicado para casais jovens em que o fator ovulatório é preponderante ou para casais que têm dificuldades em identificar o período fértil. Este tipo de tratamento resulta em chances de gravidez de 15-20%; Inseminação intrauterina: parecida com o coito programado, onde o período ovulatório é acompanhado através de ultrassonografias transvaginais seriadas, porém, no dia da ovulação é feito um preparo do sêmen em laboratório (concentração da quantidade de espermatozoides), que depois é injetado diretamente dentro da cavidade uterina por via transvaginal. É indicada, geralmente, quando o homem tem concentrações de espermatozoides limítrofes e a esposa tem menos de 35-37 anos. Este tipo de tratamento resulta em chances de gravidez de 20-25%; Fertilização in vitro: consiste no encontro do óvulo com o espermatozoide dentro do laboratório. O processo implica na estimulação da quantidade total de óvulos que a paciente apresenta, num determinado ciclo menstrual, com injeções hormonais, que são aplicadas diariamente via subcutânea (gordurinha da barriga). É feito um controle do crescimento dos folículos antrais (local onde o óvulo encontra-se), através de ultrassonografias seriadas, por um período de cerca de 10 dias. Depois disso, os óvulos são coletados, através de punção transvaginal, com a paciente sob sedação anestésica, e são avaliados quanto ao grau de maturidade. No mesmo dia, o parceiro coleta um espermograma na clínica e é feita a fertilização in vitro propriamente dita. Os embriões gerados nesse processo podem ser colocados diretamente no útero, após 2-5 dias da coleta dos óvulos, ou podem ser congelados para posterior utilização.




OUTRAS TÉCNICAS DE FERTILIZAÇÃO IN VITRO


Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoides (ICSI): um único espermatozoide é injetado diretamente dentro de um óvulo maduro. A ICSI é frequentemente usada quando há uma quantidade muito pequena de espermatozoides no ejaculado ou quando é necessário fazer um procedimento cirúrgico para a obtenção de espermatozoides, em que a quantidade obtida será muito pequena (punção testicular ou do epidídimo); Ovodoação: caso em que a quantidade e/ou a qualidade dos óvulos é insuficiente, pode-se fazer a fertilização in vitro, utilizando-se de óvulos de uma doadora anônima. Todas as doadoras têm necessariamente menos de 35 anos e são submetidas a diversos exames que atestam sua saúde geral e reprodutiva. Um lote de óvulos é destinado ao casal receptor e esses óvulos serão fertilizados com os espermatozoides do parceiro. Os embriões gerados serão transferidos para o útero posteriormente;
Embriodoação: embriões congelados não utilizados no tratamento do casal podem ser doados a outros casais. A doação é possível após três anos de congelamento, sem uso, e se o embrião é fruto de casais onde o homem tem menos de 50 anos e a mulher menos de 35 anos. A doação é anônima e não pode ser remunerada; Banco de sêmen: em casos onde a qualidade dos espermatozoides é muito aquém do esperado, ou em casos de produção independente, pode-se recorrer à doação anônima de espermatozoides por meio dos bancos de sêmen; Congelamento de óvulos/embriões ou espermatozoide para a preservação da fertilidade: tratamento disponível para mulheres ou casais que pretendem adiar a maternidade. Pode-se congelar apenas óvulos, espermatozoides ou embriões já formados. O ideal é que o congelamento, principalmente de óvulos, seja feito antes dos 35 anos de idade. Após essa idade, o congelamento ainda é possível, porém com resultados menos promissores; Útero de substituição: mulheres que não têm um útero funcional ou para quem a gravidez representa um sério risco à saúde podem recorrer à FIV usando um útero de substituição. Neste caso, os embriões são gerados com material genético proveniente dos pais biológicos e são inseridos dentro do útero de uma outra mulher (parente até quarto grau ou um útero de substituição autorizado pelo Conselho Regional de Medicina). Também pode ser utilizado em casos de tratamentos de casais homoafetivos masculinos.




COMPLICAÇÕES DO TRATAMENTO DA INFERTILIDADE


Síndrome de Hiperestímulo Ovariano (SHO): é uma resposta exacerbada do ovário aos medicamentos utilizados para induzir o crescimento dos folículos. Normalmente ocorre em pacientes com alta reserva ovariana, onde mesmo baixas doses de medicação geram uma hiper-resposta e altos níveis de estrogênio antes da coleta dos óvulos. Ocorre um aumento da permeabilidade dos vasos dos ovários, o que gera acúmulo de líquido na cavidade pélvica. Os sintomas variam de leves, como dor pélvica e inchaço, a graves como falta de ar, grande acúmulo de líquido na pelve (ascite), com necessidade de internação hospitalar. A maioria dos casos resolve-se espontaneamente em cerca de 7 a 10 dias. Felizmente, hoje, a SHO tem sido cada vez menos comum com o advento do congelamento de embriões e o uso de medicamentos que possam diminuir a probabilidade de ocorrência da síndrome; Sangramento ou infecção: como qualquer procedimento invasivo, existe risco de hemorragia ou infecção após o procedimento de coleta de óvulos ou punção para coleta de espermatozoides. Os riscos são baixos, mas não podem ser ignorados. Normalmente, os pacientes são orientados a fazer repouso e permanecerem na cidade onde foi feito o procedimento por pelo menos 24 horas, pois caso alguma destas complicações aconteça, a equipe médica consegue oferecer suporte ao paciente o mais breve possível; Gravidez múltipla: uma das complicações mais comuns dos tratamentos de reprodução assistida é a gravidez múltipla. Apesar de a maioria das pacientes engravidarem de um único bebê, mesmo quando ocorre a transferência de mais de um embrião para o útero, a chance de uma gravidez múltipla é bem maior do que quando comparada a uma gravidez espontânea, em que a paciente não fez tratamento algum para engravidar. Com isso, aumentam os riscos para o feto – prematuridade, problemas relacionados à imaturidade pulmonar, necessidade de internação em UTI neonatal – e para a mãe – risco de diabetes, hipertensão, etc. Há uma tendência no mundo todo de se transferir um único embrião para o útero (SET- Single Embryo Transfer) visando diminuir as taxas de gestações múltiplas.





Retrato de um homem

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As informações contidas em nosso website têm caráter informativo e educacional. O conteúdo jamais deverá ser utilizado para autodiagnóstico, autotratamento e automedicação. Em caso de dúvida, o médico deverá ser consultado, pois, somente ele está habilitado a praticar o ato médico (diagnóstico, tratamento, encaminhamento de um paciente e prevenção de agravos ao mesmo), conforme orientação do Conselho Federal de Medicina.

Diretor Clínico: Dra. Amanda Volpato Alvarez - CRM 122.447 - GINECOLOGIA E OBSTETRICIA - RQE nº 25680 - REPRODUÇÃO ASSISTIDA - RQE nº 25680-1

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